Vialonga: Vítima ficou irreconhecível

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ValRic

Vialonga: Vítima ficou irreconhecível

Mensagempor ValRic » 26 out 2007, 03:27

Vialonga: Vítima ficou irreconhecível
Degolada no hall de casa













Degolada no hall de casa.


Vânia Camsok morreu a pedir misericórdia ao assassino, que acabou por lhe cortar o pescoço
"A minha sobrinha debateu-se até não aguentar mais... tenho a certeza de que quem lhe fez aquilo está magoado. Houve muita violência naquela casa”, relata a tia da vítima, Cândida Moniz, ao Correio da Manhã. A notícia do violento homicídio de Vânia Camsok, de 25 anos, chocou a família e os residentes do bairro do Icesa, em Vialonga.

(...)

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp? ... l=10&p=200

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Violência sem sentido, sem razão de existir. Gratuita por pura maldade. Até quando?.

Soldado Lima Romeo

Re: Vialonga: Vítima ficou irreconhecível

Mensagempor Soldado Lima Romeo » 28 out 2007, 16:45

Já vi muita coisa horrível, mas acreditem... é indescritível...

A PJ já tá em funcionamento... mais cedo ou mais tarde, de preferência mais cedo... ele (o assassino) cairá nas garras da justiça.

Faço fé nisso.

Soldado Lima Romeo

Re: Vialonga: Vítima ficou irreconhecível

Mensagempor Soldado Lima Romeo » 14 nov 2007, 18:17

A vitima não ficou irreconhecível... foi agredida e degolada, mas já estou a ver nos media portugueses "um cheirinho a inglesice".
Cumprimentos.

Soldado Lima Romeo

Re: Vialonga: Vítima ficou irreconhecível

Mensagempor Soldado Lima Romeo » 04 jan 2008, 15:30

Vialonga: Homicida foi detido pela Polícia Judiciária e ficou em preventiva
Dois meses depois, a família de Vânia Camsok – a rapariga de 25 anos que foi degolada com um pedaço de vidro no hall de casa, em Vialonga – vai finalmente respirar de alívio. O homicida, de 23 anos, foi detido durante a noite de quarta-feira pela PJ de Lisboa.

O CM apurou que os inspectores que investigavam o caso tinham na sua posse provas irrefutáveis de que o amigo de Vânia tinha cometido o homicídio e foram buscá-lo a casa, em Vialonga. Depois de passar a noite nos calabouços da Judiciária, ontem à tarde foi presente ao juiz do Tribunal de Vila Franca de Xira. Ficou em prisão preventiva.

‘João’, chamemos-lhe assim, andava, segundo a PJ, atrás de Vânia há algum tempo. Queria manter relações sexuais com ela e na madrugada de 24 de Outubro pressionou-a para irem além da amizade que mantinham há alguns anos.

A jovem terá negado e ter-lhe-á pedido que se fosse embora, pois não eram mais do que amigos. Furioso, o assassino insistiu e os dois acabaram por iniciar uma acesa discussão com direito a uma sessão de pancadaria que deixou as mobílias da casa todas partidas.

O silêncio instalou-se no prédio F, Banda 2, do Bairro do Icesa pouco depois das quatro da manhã. Vânia acabara de ser degolada. O assassino fugiu e deixou o corpo da jovem estendido numa poça de sangue à porta de casa – com um corte profundo no pescoço. No entanto, além de deixar um rasto de sangue nas escadas, deixou para trás provas que o vieram a incriminar, como vestígios de ADN e impressões digitais.

Os vizinhos dizem não ter ouvido nada além de uma típica discussão entre um casal que pensavam ser namorados. Às 05h40, um dos moradores do prédio vislumbrou o cadáver pela porta de entrada que ficou entreaberta. Chamou a polícia e seguiu-se a investigação.

Os vestígios recolhidos na altura pela Polícia Judiciária e as restantes provas existentes indiciavam de que se tratava de um crime passional, facto que veio a comprovar-se.

O CM tentou contactar a tia da vítima, Cândida Moniz, de modo a prestar declarações sobre a detenção do homicida, facto que se mostrou impossível pois esteve incontactável.

PREPARAVA O FUTURO COM A FILHA MENOR

Tinha alugado a casa no bairro do Icesa, em Vialonga, apenas dois meses antes de ser violentamente assassinada. Depois de uma separação difícil ocorrida há cerca de três anos, Vânia Camsok preparava-se para iniciar uma nova etapa da vida ao lado da filha de sete anos.

Na véspera do homicídio deixou L. C. com a avó, pois a criança tinha uma consulta marcada no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Foi a última vez que a mãe, Stella, a viu com vida. Divertida, entusiasta, trabalhadora e muito extrovertida. É assim que os amigos de infância e os familiares recordam a jovem assassinada. Vânia Camsok, de 25 anos, adorava ler, ir ao cinema, passear e ir à discoteca dançar com os amigos.

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp? ... l=10&p=200

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Re: Vialonga: Vítima ficou irreconhecível

Mensagempor Macau32M » 11 set 2012, 19:30

Mas afinal quem lhe fez aquilo ( esta magoado ) .....gente que nao tem consiencia daquilo que aconteceu á Vania ( imigrante ?


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