Homenagem a quem morreu pela segurança de todos

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JiL
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Homenagem a quem morreu pela segurança de todos

Mensagempor JiL » 14 mar 2012, 16:06

Homenagem a quem morreu pela segurança de todos

Por Bruno Abreu

«Penso que chegamos adiantados»,comentou um agente da PSP, que foi espreitar o interior da Capela de Nossa Senhora da Vitória, na Cidadela de Cascais, ao seu colega. Estavam mesmo adiantados. A cerimónia de homenagem aos agentes que morreram ao serviço do Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) da Polícia de Segurança Pública começou meia hora depois, às 11 horas, em missa integrada na comemoração dos 145 anos do COMETLIS, que se celebra a 11 de março.

De forma simples e solene, na pequena capela que abriu novamente ao culto no passado dia 3 após obras de remodelação, cerca de 200 agentes deslocaram-se para lembrar quem deu a vida ao serviço da segurança do país.

Ainda antes da eucaristia, todos se juntaram na parada central do forte, onde continências e apertos de mão fizeram as honras dos cumprimentos. Por entre agente, chefes ou intendentes, a homenagem foi sentida e feita de chapéu na mão.

Após comentar a atualidade desportiva com os polícias que o acompanhavam, ter desligado o telemóvel antes de entrar na capela e lamentando «a falta de chuva» da época, Dom Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e de Segurança, celebrou a missa, onde cerca de 200 agentes da PSP homenagearam aqueles que perderam a vida em serviço, «seja em Lisboa, no Kosovo, Afeganistão, Bósnia e até nas guerras em África», lembrou Dom Januário.

Entre os agentes, na fila da frente, estava o Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, que recebeu um recado do bispo. «Há muitas famílias com o coração cortado a meio, depois da morte de um marido, pai, irmão em serviço. Não se esqueçam deles», referiu, antes de exclamar: «As corporações da polícia devem receber aquilo que é fundamental para fazer cumprir a justiça!».

O diretor nacional da PSP, o superintendente Paulo Valente Gomes também esteve presente e ouviu Dom Januário pedir para que «o país não esqueça quem morreu assassinado».

Mostrando grande simpatia pelas forças policiais – «sempre gostei da polícia», disse – terminou a eucaristia desejando ao diretor nacional da PSP, que tomou posse em janeiro, que tenha «ventos de felicidade a soprar a seu favor».

Terminou a cerimónia com uma oração de ocasião a São Miguel Arcanjo, padroeiro da polícia, correspondida pelos agentes a quem Dom Januário fez questão de cumprimentar individualmente no fim.

As celebrações do aniversário do COMETLIS continuam esta terça-feira, também em Cascais.

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=320597

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