A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

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Fulano_de_tal
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A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Fulano_de_tal » 23 jun 2011, 12:26

A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE. E IGUALZINHA A ESTA...




Médicos mortos passam receitas a utentes que já morreram

O relatório anual da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde em Portugal revela que há casos de médicos que já morreram mas continuam a passar receitas e que há muitas receitas passadas em nome de doentes que já morreram.

Segundo a rádio Antena 1, as receitas são passadas em farmácias a vários quilómetros de distância dos supostos doentes, que, por coincidência, já estão mortos.

A investigação do caso já está nas mãos da Polícia Judiciária portuguesa. Os inspectores da saúde começaram a desconfiar de receitas passadas por médicos com idades compreendidas entre 82 e 92 anos que passavam muitas receitas, chegando a haver casos em que eles passavam dez mil receitas por ano apenas no seu consultório privado.

Estes dados anormais chamaram a atenção das autoridades de saúde que entregaram mais tarde a investigação nas mãos do Ministério Público. Da investigação levada a cabo pela polícia judiciária, veio-se a descobrir que muitos desses médicos já estão mortos e que muitos dos pacientes, a quem foram receitadas inúmeras quantidades de medicamentos, já estavam também mortos. São na sua maioria medicamentos gratuitos para os doentes mas pagos na sua totalidade pelo Estado português.


SAPO
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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Fulano_de_tal » 27 jun 2011, 18:05

Justiça pagou 165 mil euros a magistrados já falecidos

Económico com Lusa
22/06/11 16:00




Uma auditoria da Inspecção-Geral das Finanças às despesas da Justiça detectou pagamentos em excesso de subsídio de compensação a magistrados jubilados já falecidos.

Uma auditoria da Inspecção-Geral das Finanças às despesas da Justiça detectou 165 mil euros de pagamentos em excesso de subsídio de compensação a magistrados jubilados já falecidos, por inexistência de comunicação do óbito pelo Instituto de Registo e Notariado.

O subsídio de compensação é o suplemento remuneratório mais expressivo (39 milhões de euros em 2009 num universo acima de quatro mil magistrados).

Segundo o relatório da IGF, apesar de ser contrário à lei, a entidade auditada - Ministério da Justiça - efectuou também pagamentos em excesso de 28,8 mil euros (período de 2008 a Março de 2010) do suplemento remuneratório para compensação do trabalho para recuperação dos atrasos processuais a oficiais de justiça cuja classificação foi inferior a Bom.

"Dada a ausência de despacho conjunto dos ministros das Finanças e da Justiça, afigura-se questionável a atribuição de abonos para falhas a um número variável entre 337 e 346 secretários de Justiça (ou substitutos) após 01 de Janeiro de 2009, num total pago de 349 mil euros", lê-se no relatório.

A auditoria conclui ainda que o subsídio de fixação atribuído aos magistrados judiciais e do Ministério Público e do suplemento de fixação dos funcionários judiciais que prestam serviço em comarcas periféricas deveriam ter sido tributadas em sede de IRS como trabalho dependente e que o imposto em falta que deixou de ser arrecadado ascende a um valor que se estima em 4,9 milhões de euros (ano de 2009).

A auditoria refere ainda que, em finais de 2009, o Ministério da Justiça foi condenado a pagar 40,5 mil euros de juros de mora a três magistrados (aqueles que reclamaram) pelo atraso no pagamento da remuneração por acumulações de funções, em resultado do conhecimento tardio dos pareceres dos Conselhos das Magistraturas e da decisão da tutela, despesa que deveria ter sido evitada.

O documento aponta vários "pontos fracos" ao sistema de controlo interno, designadamente por não dispor de informação actualizada sobre os trabalhadores a quem processou remunerações e suplementos e sobre a sua assiduidade.

Diz ainda não ser realizado um controlo prévio das folhas de vencimento e comparações frequentes entre os valores pagos e as retenções na fonte, e encontrou ainda erros de cálculo de ajudas de custo, entre outros aspectos.

A auditoria detectou ainda a aplicação inadequada da despesa com ajudas de custo e transporte, suplemento de fixação e trabalho extraordinário, que impediu a obtenção de poupanças orçamentais de 745 mil euros.

A Lusa contactou o ex-ministro da Justiça, Alberto Martins, que se escusou a comentar, alegando desconhecer o relatório.
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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Fulano_de_tal » 01 out 2011, 17:18

Ministério da Saúde descobriu 500 médicos «fantasma»


O Ministério da Saúde descobriu 500 médicos que já morreram e ainda estão nas bases de dados. De acordo com o jornal Público, alguns ainda têm receitas a ser emitidas em seu nome.
O caso foi descoberto porque a troika pediu ao Ministério da Saúde que cada médico passe a declarar a lista com todas as prescrições que tenha feito. Ao começar esta listagem, foram encontrados médicos que já tinham morrido e cujas vinhetas ainda estavam a ser utilizadas.

A Inspecção-geral das Finanças garante que quase metade dos gastos do Estado com a comparticipação de medicamentos pode ser irregular, num total de quase 1,2 milhões de euros.

No entanto, a Administração Central do Sistema de Saúde desvaloriza este episódio e diz que o índice de fraude detectado é inferior a 1%. A Polícia Judiciária já está a investigar estes casos.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=534052
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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Fulano_de_tal » 02 out 2011, 19:44

Há 500 médicos mortos nas bases de dados das unidades de saúde

01.10.2011 - 09:22 Por Catarina Gomes


O vice-presidente da ACSS atribui este número "à falta de esforço organizado de actualização das base de dados" (Foto: DR)
Responsável reconhece que "a limpeza de ficheiros é uma ferramenta de combate à fraude" .

A troika exigiu ao Ministério da Saúde que passe a enviar a cada médico uma lista das suas prescrições e ao fazer-se o trabalho de preparação para cumprir esta meta foram encontrados nas bases de dados das unidades de saúde portuguesas 500 médicos mortos, confirmou ao PÚBLICO o vice-presidente da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). Fernando Mota desvaloriza o número como potencial de fraude.

Para preparar o processo de prescrição electrónica e de vigilância dos níveis de receituário de cada médico, a ACSS pediu às unidades do país, desde hospitais a administrações regionais de saúde e agrupamentos de centros de saúde a lista dos seus médicos, com vista a ter uma lista nacional actualizada dos clínicos que receitam medicamentos. O que encontrou, em Junho deste ano, foi meio milhar de médicos em que "a probabilidade de estarem vivos era muito baixa", devido às datas de nascimento, admite Fernando Mota.

O vice-presidente da ACSS atribui este número "à falta de esforço organizado de actualização das base de dados. Há dezenas de bases no país e não há um registo central, só a Ordem dos Médicos a tem e também tem este tipo de dificuldades", refere.

O responsável diz que uma coisa é a necessidade de fazer limpeza de bases de dados, outra é a questão da fraude. Mas ainda este ano, no seu relatório de actividades de 2010, a Inspecção-geral de Actividades em Saúde (IGAS) dava conta de médicos mortos que continuavam a receitar.

http://www.publico.pt/Sociedade/ministerio-descobriu-500-medicos-mortos-nas-bases-de-dados-das-unidades-de-saude-1514607
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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Fulano_de_tal » 19 mar 2012, 19:42

Segurança Social envia cartas a 34 mil mortos




Já morreram, mas ainda assim não deixaram de receber cartas da Segurança Social. O instituto enviou, no final do ano passado, cartas a 34 mil mortos a informá-los do valor que passariam a descontar, no âmbito do novo Código Contributivo.

O episódio aconteceu por causa de um erro informático. Segundo o jornal «i», o Instituto de Informática da Segurança Social enganou-se e usou uma base de dados desactualizada, da qual constavam pessoas já falecidas.

Em consequência, o jornal garante que foi instaurado um inquérito interno para averiguar responsabilidades pelo erro e assegura que o presidente do Instituto de Informática, Manuel Pires, apresentou a demissão na sequência do engano, depois de ter sido chamado para explicar o mesmo.

O Ministério da Solidariedade e Segurança Social negou que esse inquérito tenha sido feito e que o responsável se tenha demitido por causa do incidente, mas sim porque se reformou.

A Segurança Social adiantou já que enviou uma carta às famílias dos visados, no início do ano, com um pedido de desculpas.
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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Fulano_de_tal » 02 dez 2016, 15:29

Fisco notifica mensalmente mulher morta por dívidas que não teve

Fisco notifica mensalmente mulher morta por dívidas que não teve

Os emails continuam a chegar, no início de cada mês. O primeiro foi recebido há quatro anos, pouco tempo depois de Maria José ter morrido.

A Autoridade Tributária (AT) avisava que havia dívidas por regularizar e ameaçava com penhoras. A família, que mora em Lisboa, estranhou: a idosa era viúva há vários anos, não era de se endividar e nunca trabalhou fora de casa.

A notificação foi remetida para o email do neto. Era Bernardino Almeida quem costumava fazer o IRS da avó e associou o seu endereço ao "perfil" de Maria José no portal da Autoridade Tributária. "Da consulta ao sistema informático da AT foi detetada a existência de dívidas relativamente reduzidas, resultantes do não pagamento dessas importâncias, dentro do prazo legal", começam por dizer os emails, assinados pelo "chefe de Finanças".

http://www.jn.pt/local/noticias/lisboa/ ... 30204.html
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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Macau32M » 07 dez 2016, 17:07

HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE. o que há de se fazer , estes serviços públicos assim o entendem

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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Ghost Rider » 07 dez 2016, 20:26

Macau32M Escreveu:HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE. o que há de se fazer , estes serviços públicos assim o entendem


E nessas vidas depois da morte fazemos descontos ou recebemos a reforma? :roll

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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Macau32M » 08 dez 2016, 15:56

pelos vistos ainda te fazem pagar as dividas .

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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Fulano_de_tal » 15 dez 2016, 16:31

Pelo que me apercebo depois da morte há medicos a dar consultas e doentes -estes também já mortos-, e tambem pagamos impostos.
E os juizes -essa classe priviligiada- continuam a receber ordenado. Para além de continuarmos a receber cartas do fisco e emails
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Re: A PROVA QUE FALTAVA: HÁ VIDA DEPOIS DA MORTE

Mensagempor Fulano_de_tal » 13 mar 2019, 10:53

Auditoria. Segurança Social pagou pensões a beneficiários mortos durante mais de 10 anos


Auditoria detetou cerca de 200 casos de pensões pagas após a morte dos beneficiários. Alguns pagamentos indevidos duraram mais de 10 anos. Tribunal de Contas aponta para 4 milhões pagos a mais.
A Segurança Social fez pagamentos de pensões no valor de cerca de quatro milhões de euros a beneficiários que tinham morrido. Os pagamentos indevidos foram efetuados em 2016 e 2017, de acordo com uma auditoria do Tribunal de Contas sobre as prestações de morte no sistema previdencial.

Em causa estão “pagamentos indevidos” de pensões de sobrevivência, no valor de 3,7 milhões de euros, efetuados mais de um ano após o óbito dos beneficiários. O relatório da auditoria identifica cerca de 200 casos da amostra analisa em que a suspensão do pagamento das pensões ocorreu em período muito posterior ao do óbito e, neste grupo, foram identificados 40 casos em que a pensão foi paga indevidamente durante mais de 10 anos. Em mais de metade dos casos, a interrupção do pagamento demorou até cinco anos a ser efetuada.Foram ainda detetadas pensões de direito próprio pagas indevidamente. No caso das pensões de sobrevivência, em mais de metade do valor, o equivalente a 1,9 milhões de euros, o Tribunal diz que não detetou procedimentos adotados com o objetivo de recuperar os montantes. Esta situação, acrescenta, é “suscetível de gerar responsabilidade financeira punível com multa para os membros do conselho diretivo do Instituto da Segurança Social e para o diretor do Centro Nacional de Pensões”.

Em relação a 1,8 milhões de euros houve o registo de dívida quando terminou o direito à pensão e foram recuperados 614 mil euros, o que representa apenas 17% da dívida. Para o arquivamento das dívidas contribui também a incapacidade para detetar o devedor que é responsável por devolver os valores pagos indevidamente, o que leva a um elevado número de arquivamentos.

O tribunal reconhece que os serviços da Segurança Social dependem muito da informação prestada pelos beneficiários ou terceiros, no que diz respeito a factos ou mudanças que determinam o fim do pagamento de uma pensões, como é o caso das mortes, mas também de divórcios ou casamentos, situação que “expõe o sistema ao risco de fraude”. A situação é especialmente vulnerável no caso de pensionistas que residem no estrangeiro cuja comunicação do óbito depende muito dos familiares. E destaca a importância das comunicações recebidas por agências funerárias.

A auditoria detetou situações em que após ter sido registada morte do pensionista e apesar de ter cessada a pensão de direito próprio, manteve-se em pagamento a pensão de sobrevivência que o cidadão também recebia por vários anos. Nos casos auditados a suspensão da pensão demorou em média seis anos após a data do óbito do beneficiário.
A situação reportada nesta auditoria não é nova, mas as situações persistem, com o TdC a alertar para as falhas no sistema de controlo do Instituto da Segurança Social e para a insuficiência no cruzamento de dados do Ministério das Justiça e do Ministério das Finanças e dentro das próprias bases da Segurança Social. Por exemplo, num universo de 740.631 pensões de sobrevivência que se encontravam em pagamento no ano de 2017, 9.047 foram pagas sem o número de identificação fiscal associado, incluindo cidadãos que por data de nascimento teriam de ter um cartão de cidadão. Foram também pagas reformas a beneficiários que já estavam registados como tendo falecido na base de dados da Autoridade Tributária e Aduaneira.

Por outro lado, os casos identificados na amostra representam um valor relativamente modesto do total pago com prestações de morte que em 2017 totalizou cerca de dois mil milhões de euros, dos quais 1,9 mil milhões de euros representa a despesa com pensões de sobrevivência. Estamos a falar de uma percentagem de 0,2% do valor total, mas as irregularidades encontradas referem-se apenas a uma amostra analisada pelo Tribunal de Contas e não a um exame exaustivo a todos os casos.

Uma das recomendações vai no sentido de se equacionar a realização de uma auditoria ao sistema de informação de pensões que avalie a fiabilidade dos relatórios sobre níveis de serviço e os procedimentos de recuperação de dívidas para identificar e corrigir falhas detetadas num período mais alargado de tempo, entre 2013 e 2018. O TdC também pede que seja feito o levantamento de todas as situações de pagamentos indevidos de pensões, tendo por referência a metodologia usada nesta auditoria, ou outra adequada, por forma a confirmar se existem, ou não, outros casos para os quais não foram desencadeados procedimentos de recuperação da dívida.

Em 2017, estavam em pagamento 740.631 pensões de sobrevivência, cerca de 25,3% do universo de pensões (2.929.834). Nesse mesmo ano, foram atribuídos 39.144 subsídios por morte e realizados 48.430 reembolsos de despesas de funeral, tendo-se verificado um aumento de 616 subsídios por morte e 2.313 reembolsos de despesas de funeral, face a 2016. No mesmo ano, a despesa com o subsídio por morte e o reembolso de despesas de funeral totalizou 102 milhões de euros.
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