A actualidade deixa-nos apreensivos, quando de manhã abrimos o jornal e vemos que mais umas centenas de pessoas se encontram sem emprego, começamos logo a pensar nos que nos são mais chegados e até em nós próprios.
Tudo o que fazemos é lamentar o sucedido e até dar graças a Deus por termos o nosso emprego garantido.
Devo dizer-vos, que se não começarmos a ter uma atitude de participarmos mais na política deste país, certamente iremos ter um final infeliz e seremos sempre a cauda desta Europa que muito bem Integramos, mas que muito mal tirámos algum proveito.
Penso que todos nós gostamos de divagar sobre políticos e as suas atitudes, porêm devemos ter a consciência do estado da nossa nação e começar a questionar o porquê de países como a nossa vizinha Espanha, a Irlanda e até a Grêcia, nos passarem à frente.
Penso que todos os milhões que entraram, em nada melhorarão o nosso pobre e analfabeto Zé-povinho, antes pelo contrário, deixaram-no mais pobre ainda e anafabeto, com um certificado de habilitações, que só serve para tapar os olhos às estatísticas mundiais e fazer querer a Europa que fomos muito cultos.
Por isto digo, que se não começarmos a participar mais activamente nas decisões políticas deste País, e deixarmos estes senhores de colarinho branco fazerem o que querem, estaremos bem lixados.
Bem haja para todos
Nuba
Portugal
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masahemba
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Re: Portugal
É relevante ver que um novo membro deste Forum, inicia a sua participação com a criação de um novo tópico. É, no minímo, promissor. Benvindo amigo Nuba!
Relativamente à questão que colocas, estou em total acordo contigo.
Na verdade, considero que não é somente à prestação deficiente dos nossos políticos que se deve a pobre situação do nosso país. Quando um povo não se sente motivado, das formas mais variadas e possíveis, em acarinhar o seu próprio país, demonstrando esse carinho pelo Estado, símbolo do próprio país, a nação ressente-se e atrasa-se. Me dirão: ter carinho pelo Estado? deves estar maluco!
O país entrou numa bola de neve. Os governantes não governam como deviam, não criam condições confortáveis de vida. Como tal o povo não respeita o Estado, marimba-se para o Estado e cada qual que se safe como puder.
É certo que o Estado não governa como deve.
Ou pelo menos, actualmente, não governa ao jeito de cada um...ao meu jeito. Mas muitos esquecem-se que, por exemplo, as medidas sociais que estão a ser tomadas, especificamente, retardar a idade da reforma, tem por base o preocupante facto de a natalidade em Portugal ser muito baixa. Quando a minha geração se reformar, a geração que vem a seguir terá muito menos pessoas no activo, e por aí afora.
Dir-me-ão: então ogoverno que crie condições para que os portugueses tenham mais filhos.
Observando bem o país, vemos imensos jovens casais sem qualquer filho. No entanto, dinheiro existiu para ter casa própria, bom carro, quando não são dois, e uma vida muito bem vivida.
Se estivermos bem atentos, vamos verificar que os casais com menos poder de compra, muitos a viverem na miséria, são os que mais filhos têm. Apetece-me dizer que o planeamento familiar tem sido nefasto para a natalidade em Portugal, porque me parece que é demasiado planeado. A miséria, porque pouco discernimento tem, não planeia.
Existem em Portugal muitos e grandes barões da finança, com salários de nos fazer sentir muito pobres. E censuro veementemente que o Estado possibilite que o director de uma empresa ganhe trinta vezes mais do que os funcionários dessa mesma empresa.
Como pode um país ir para a frente, quando grandes industriais têm fugido, sistematicamente, ás suas obrigações fiscais, declarando escandalosos ordenados mínimos, com a complacência do estado?!
Como o país ir para a frente, quando imensas pessoas, que benificiaram do subsídio de desemprego, tivessem continuado a recebê-lo, mesmo depois de estarem empregadas?! e podiam-no fazer porque o Estado não fiscalizava.
Quantas pessoas não se mantiveram de baixa, quando na verdade não se encontravam doentes, mantendo empregos paralelos e recebendo o que lhes era devido, como se doentes estivessem.
O nosso país é muito complicado de descrever, pois se sabemos que existe a crise, que afecta muitos milhões, vemos, ao mesmo tempo as estradas atolhadas de carros de alta gama, vemos os restaurantes a abarrotarem de gente...
O Estado é culpado sim... mas não lhe atríbuamos a culpas por completo. A nossa mentalidade tem a sua quota parte de culpa no estado em que se encontra o país.
Um abraço Nuba. Briosas saudações. Masahemba
Relativamente à questão que colocas, estou em total acordo contigo.
Na verdade, considero que não é somente à prestação deficiente dos nossos políticos que se deve a pobre situação do nosso país. Quando um povo não se sente motivado, das formas mais variadas e possíveis, em acarinhar o seu próprio país, demonstrando esse carinho pelo Estado, símbolo do próprio país, a nação ressente-se e atrasa-se. Me dirão: ter carinho pelo Estado? deves estar maluco!
O país entrou numa bola de neve. Os governantes não governam como deviam, não criam condições confortáveis de vida. Como tal o povo não respeita o Estado, marimba-se para o Estado e cada qual que se safe como puder.
É certo que o Estado não governa como deve.
Ou pelo menos, actualmente, não governa ao jeito de cada um...ao meu jeito. Mas muitos esquecem-se que, por exemplo, as medidas sociais que estão a ser tomadas, especificamente, retardar a idade da reforma, tem por base o preocupante facto de a natalidade em Portugal ser muito baixa. Quando a minha geração se reformar, a geração que vem a seguir terá muito menos pessoas no activo, e por aí afora.
Dir-me-ão: então ogoverno que crie condições para que os portugueses tenham mais filhos.
Observando bem o país, vemos imensos jovens casais sem qualquer filho. No entanto, dinheiro existiu para ter casa própria, bom carro, quando não são dois, e uma vida muito bem vivida.
Se estivermos bem atentos, vamos verificar que os casais com menos poder de compra, muitos a viverem na miséria, são os que mais filhos têm. Apetece-me dizer que o planeamento familiar tem sido nefasto para a natalidade em Portugal, porque me parece que é demasiado planeado. A miséria, porque pouco discernimento tem, não planeia.
Existem em Portugal muitos e grandes barões da finança, com salários de nos fazer sentir muito pobres. E censuro veementemente que o Estado possibilite que o director de uma empresa ganhe trinta vezes mais do que os funcionários dessa mesma empresa.
Como pode um país ir para a frente, quando grandes industriais têm fugido, sistematicamente, ás suas obrigações fiscais, declarando escandalosos ordenados mínimos, com a complacência do estado?!
Como o país ir para a frente, quando imensas pessoas, que benificiaram do subsídio de desemprego, tivessem continuado a recebê-lo, mesmo depois de estarem empregadas?! e podiam-no fazer porque o Estado não fiscalizava.
Quantas pessoas não se mantiveram de baixa, quando na verdade não se encontravam doentes, mantendo empregos paralelos e recebendo o que lhes era devido, como se doentes estivessem.
O nosso país é muito complicado de descrever, pois se sabemos que existe a crise, que afecta muitos milhões, vemos, ao mesmo tempo as estradas atolhadas de carros de alta gama, vemos os restaurantes a abarrotarem de gente...
O Estado é culpado sim... mas não lhe atríbuamos a culpas por completo. A nossa mentalidade tem a sua quota parte de culpa no estado em que se encontra o país.
Um abraço Nuba. Briosas saudações. Masahemba
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tiririca
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Re: Portugal
masahemba Escreveu:O nosso país é muito complicado de descrever, pois se sabemos que existe a crise, que afecta muitos milhões, vemos, ao mesmo tempo as estradas atolhadas de carros de alta gama, vemos os restaurantes a abarrotarem de gente...
O Estado é culpado sim... mas não lhe atríbuamos a culpas por completo. A nossa mentalidade tem a sua quota parte de culpa no estado em que se encontra o país.
Não me parece que seja o país o mais difícil de descrever, mas a mentalidade da generalidade das pessoas que compõem a NAÇÃO portuguesa.
Lá fora, quer sejam políticos, não nos podemos esquecer que o presidente da União Europeia é português. Que muitos altos quadros da UE e de outra organização mundial igualmente importante como a ONU, são portugueses. Portanto, quer sejam destacados políticos, quer sejam "tugas" anónimos, lá fora, dão regra geral, boa conta de si (de nós no colectivo), chegando mesmo a serem preferidos a outros provenientes de países muito mais ricos e desenvolvidos. Basta para tanto ouvir as inúmeras estórias de colegas que vindos de missões da ONU por esse mundo foram, as contam, de tal forma que ficamos de boca aberta, sobretudo quando constatamos que há documentos que o comprovam.
No entanto, cá dentro, não damos a "mocha para a cornuda"! Transformamo-nos nos "xicos espertos" que procuram de toda a maneira e feitio ludibriar o "sistema". São empresas que mal conseguem facturação para pagar as suas despesas de manutenção, mas têm de dar para comprar um Mercedes, Audi ou BMW para o seu "patrão"! «30% de IRC para o estado!? Nã Nã, vou mas é comprar um BMW por 75 mil euros, para abater nos impostos». Se o empregado vai receber o misero vencimento ao fim do mês, pouco importa a este "patrão"!!!!! que nada se importa de descapitalizar a empresa em proveito próprio, em total desrespeito pelos seus funcionários e pelo colectivo.
Quando um dia uma ministra disse que «quem não mete uma factura da farmácia a 21% no IRS!?», toda a gente se mostrou escandalizada, mas a verdade é que a esmagadora maioria dos "tugas" fá-lo! Se não com a factura da farmácia, fá-lo com outra coisa qualquer. Somos mais mafiosos que os italianos!!!!
Culpo os políticos na medida da escolha das suas prioridades. Culpo-os, quando preferem investir em estádios de futebol e outros "futebois" e não no sistema de ensino. Na minha opinião, deveria ser aí que toda a atenção do país e da governação se deveria centrar.
Mas têm muito mais culpa todos os "tugas" que não se importam, não querem mesmo saber o que o seu presidente de junta faz ao dinheiro que tem ao seu dispor. Que preferem que o presidente da câmara municipal dê rios de dinheiro para o clube de futebol da terra, mas nem um cêntimo para reparar uma goteira na escola local.
Quando se passeia por esse país fora, só se vêm vergonhas paisagísticas. PDMs que são repetida e sistematicamente ignorados. Etc, etc, etc, etc.
Uma casa começa-se pelos alicerces, não pelo telhado. Neste caso, os alicerces são o poder local. Ora quando "tugas" elegem pessoas que estão acusadas de corrupção e outras coisas mais.... está tudo dito!
O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas.
(Willian George Ward)
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masahemba
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Re: Portugal
Está tudo dito, e muito bem dito. Tiraste um fiél retrato do país que somos. Enchemos a boca de expo/98, como se viesse a ser a salvação da imagem de Portugal no estrangeiro, veio o Euro/2004, idem aspas. Não sei se no estrangeiro deixámos de ser uma província espanhola, mas uma coisa é certa: a Expo/98 e o Euro/2004 não tiveram capacidade de nos arrancar da cauda da Europa. Bem pelo contrário, ajudou a complicar a situação económica do país, pois com a economia que temos, promover uma expo ou um Euro arruína qualquer um. Briosas saudações. Masahemba
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NUBA
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Re: Portugal
Caros amigos, é com muita emoção que vejo parte de um povo em tempos grandioso, começar a renascer nas vossas palavras, com uma vontade de denunciar não só as más atitudes dos políticos, mas tambem as más atitudes de alguns dos nossos compatriotas.
De facto somos e queremos ser aquilo que não podemos ser,mas tudo isso é o reflexo da nossa ignorância, que tão mal temos combatido.Continuamos a ser um povo com uma cultura própria, mas ao mesmo tempo sem cultura nenhuma.Temos de deixar a tasca e se calhar ir ao teatro ao cinema, ver exposições e até começar a ler mais, mas tudo isto não acontece porque queremos, isto só acontece se criarmos as condições para o seu desenvolvimento.
Quando vemos as camadas jovens a perderem-se com os seus tenros 16 anos nas tascas e cafés da noite, teremos de nos questionar se estaremos a fazer o melhor pelos nossos filhos?
Não teremos nós a responsabilidade de travar este estado de decadência, que nós próprios criamos, quando nos demitimos das nossas funções de pais.
Ainda à dias falava com a directora de turma da minha filha, que me dizia como os alunos são muito simpáticos, mas que o seu poder de desorganizar uma aula era enorme, então eu questionei a mesma se não se teriam perdido alguns valores de outrora e que por vezes temos que lhes impôr alguma disciplina, não estou a falar de exageros eoutos tempos mas talvez e só de ser educado e respeitar os outros.
Se aos nossos não lhes ensinarmos o que em tempos alguém nos ensinou, estaremos a criar uma cambada de inúteis, que muito pouco vão querer com o trabalho e com as responsabilidades.
A mentalidade tem de evoluir, mas essa evolução não for positiva, não é evolução mas sim regressão.
Bem haja amigos
De facto somos e queremos ser aquilo que não podemos ser,mas tudo isso é o reflexo da nossa ignorância, que tão mal temos combatido.Continuamos a ser um povo com uma cultura própria, mas ao mesmo tempo sem cultura nenhuma.Temos de deixar a tasca e se calhar ir ao teatro ao cinema, ver exposições e até começar a ler mais, mas tudo isto não acontece porque queremos, isto só acontece se criarmos as condições para o seu desenvolvimento.
Quando vemos as camadas jovens a perderem-se com os seus tenros 16 anos nas tascas e cafés da noite, teremos de nos questionar se estaremos a fazer o melhor pelos nossos filhos?
Não teremos nós a responsabilidade de travar este estado de decadência, que nós próprios criamos, quando nos demitimos das nossas funções de pais.
Ainda à dias falava com a directora de turma da minha filha, que me dizia como os alunos são muito simpáticos, mas que o seu poder de desorganizar uma aula era enorme, então eu questionei a mesma se não se teriam perdido alguns valores de outrora e que por vezes temos que lhes impôr alguma disciplina, não estou a falar de exageros eoutos tempos mas talvez e só de ser educado e respeitar os outros.
Se aos nossos não lhes ensinarmos o que em tempos alguém nos ensinou, estaremos a criar uma cambada de inúteis, que muito pouco vão querer com o trabalho e com as responsabilidades.
A mentalidade tem de evoluir, mas essa evolução não for positiva, não é evolução mas sim regressão.
Bem haja amigos
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masahemba
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Re: Portugal
pois aí é que reside o problema, meu caro Nuba. Nós, que estivemos fechados ao mundo durante 48 anos, de repente vimos o abrir-se perante os nossos olhos.
E achamos que o respeito pelo próximo, a educação cívica, o pudor, a solidariedade, a honestidade, a nobreza de carácter...eram valores forjados pelo fascismo. E então abdicámos deles, porque éramos agora uma democracia.
E trinta e quatro anos depois, todos os outros países que há muito padeciam desses males, são países desenvolvidos a todos os níveis, enquanto que nós nos afundamos no esvaziamento moral e intelectual.
Pois se o problema residisse apenas nos jovens...mas a miséria é que o problema reside nos pais dos jovens, que desafortunadamente pouco ou nada têm para lhes ensinar. Só uma revolução moral punha o país a direito.
Estamos à espera de uma calamidade que limpe esta gangrena, para ressurgirmos purificados, e preparados para enfrentar o futuro.
E achamos que o respeito pelo próximo, a educação cívica, o pudor, a solidariedade, a honestidade, a nobreza de carácter...eram valores forjados pelo fascismo. E então abdicámos deles, porque éramos agora uma democracia.
E trinta e quatro anos depois, todos os outros países que há muito padeciam desses males, são países desenvolvidos a todos os níveis, enquanto que nós nos afundamos no esvaziamento moral e intelectual.
Pois se o problema residisse apenas nos jovens...mas a miséria é que o problema reside nos pais dos jovens, que desafortunadamente pouco ou nada têm para lhes ensinar. Só uma revolução moral punha o país a direito.
Estamos à espera de uma calamidade que limpe esta gangrena, para ressurgirmos purificados, e preparados para enfrentar o futuro.
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Diana
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Re: Portugal
As Minas da Panasqueira
Pelo rei às vezes, pela Pátria sempre
(pro rege saepe; pro patria semper)
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hondaxx
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Re: Portugal
NUBA Escreveu:Por isto digo, que se não começarmos a participar mais activamente nas decisões políticas deste País, e deixarmos estes senhores de colarinho branco fazerem o que querem, estaremos bem lixados.Nuba
Penso eu de que, a única politica deste e de outros governos anteriores, se baseia num ditado bastante antigo:
"Quem parte e reparte e, não fica com a maior parte, ou é louco ou não tem arte."
Pois estes "senhores" fazem o que querem e, o que mais lhes convém a seu belo prazer, sem darem contas a ninguém, pois julgam-se donos e senhores deste país que os elegeu, e a quem deveriam prestar contas, tal como nós prestamos ao nosso patrão.
Se isto não é o "Eu Quero, Posso e Mando", então nem sei que nome lhe dar.
Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam
para ir trabalhar recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos
criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis
B. Costa
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Diana
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Diana
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Re: Portugal
masahemba Escreveu: Só uma revolução moral punha o país a direito.
Caro(a) masahemba, a mudança de "mentalidades" (revolução moral, como lhe chama) faz-se todos os dias.
- à mesa da refeição, em casa, com a família.
- na relação com os vizinhos, no prédio ou na rua que habitamos.
- no transporte público que utlizamos.
- no local de trabalho, com os colegas, com as hierarquias, com os utentes, etc.
- na escola, quando aprendemos.
- no contributo que damos a causas sociais
- no lazer com os amigos e com a família
- etc........
- etc........
Não fiz uma listagem exaustiva.
Nestes "lugares", de forma indirecta, tb se contribui para a revolução moral (ou não !):
- quando exercemos o direito de voto, nas eleições;
- quando exercemos o direito de reclamação, de uma forma civilizada;
Esqueci-me de alguns, certamente.
Não foi intencional.
Pelo rei às vezes, pela Pátria sempre
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punisher
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Re: Portugal
Reportagem da Al Jazeera
José Sá Fernandes, vereador da Câmara Municipal de Lisboa, é o protagonista de uma reportagem da cadeia de televisão árabe Al Jazeera , que apresenta Portugal como «um dos países mais pobres da Europa» e a «corrupção» como causa do seu atraso.
Veja o vídeo
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Socied ... t_id=86878
José Sá Fernandes, vereador da Câmara Municipal de Lisboa, é o protagonista de uma reportagem da cadeia de televisão árabe Al Jazeera , que apresenta Portugal como «um dos países mais pobres da Europa» e a «corrupção» como causa do seu atraso.
Veja o vídeo
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Socied ... t_id=86878
"quem poupa o lobo...sacrifica o cordeiro..."
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tiririca
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Re: Portugal
Ao ver estas reportagens da Al Jazeera, observando as imagens escolhidas por aquela estação, que dá de Lisboa e das suas gentes uma imagem, que a assemelha a uma qualquer cidade do Magrebe. Se não mostrassem aquelas imagens iniciais da Praça do Comércio e se o português não fosse a língua falada, diria que aquela cidade e aquelas gentes seriam magrebinas. O nosso passado árabe está aqui nestas imagens, bem presente.
Quanto ao assunto e aos motivos que estiveram por trás da reportagem.... O Bloco de Esquerda... A estação de Tv que emite "oficialmente" os vídeos e comunicados da Al-Qaeda , não faço comentários!
Quanto ao assunto e aos motivos que estiveram por trás da reportagem.... O Bloco de Esquerda... A estação de Tv que emite "oficialmente" os vídeos e comunicados da Al-Qaeda , não faço comentários!
O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas.
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